segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Couro Verão 2010/2011... Esta é a tendência?!

A moda primavera verão 2010 2011 vai apresentar uma estética minimalista, com formas e texturas mínimas. A sensualidade também é explorada através de decotes profundos. Todas em couro você acredita? Pois, literalmente, o material é a tendência mais quente.
Segundo as grandes da Europa e os Estados Unidos a tendência maior que devemos esperar para verão 2010/2011 é a volta do couro. Bluemarine, Chloe, Givenchy, Bottega Veneta, Alexander McQueen, Chanel, Hermès, Louis Vuitton, Proenza Schouler, Aminaka Wilmont, Cacharel, Celina, Alexander Wang, Balmain, Balenciaga, Ann Demeulemeester, Maison Martin Margiela, Phillip Lim, são algumas das marcas e criativos que selecionamos em seus desfiles do verão que utilizaram looks com couro.
No desfile de Phillip Lim ele estava diferente, mais leve, mais maleável. Na Chloé, Celine e Alexander Wang também (e no mesmo tom de marrom claro, o chamado “caramelo” que dá arrepios nos fashionistas quando aparece num sapato masculino combinado com o cinto e assim por diante). Na Hermès o couro apareceu no meio de uma saia que tinha toda a cara de esportiva! Também deu couro na Balmain, Balenciaga, Ann Demeulemeester e Maison Martin Margiela, em todas elas com um look mais pesado, negro. É uma alternativa bem ousada pra quem está acostumado com looks leves.
A transparência, os decotes e as peças minimalistas já estão inseridas nos guarda-roupas das consumidoras brasileiras, mas será que conseguiremos em nosso clima utilizar peças tão pesadas em couro em pleno verão?
Se a tendência pega aqui no Brasil não sei, mas, alguns produtores de couro e marcas especializadas já está apostando forte. Muitas pessoas que ficaram sabendo desta tendência estão dividindo suas opniões. Umas felizes pois gostam do material, outras duvidam que esta tendência pegue, outras questionam e algumas ainda se dizem contra por serem tecidos naturais e por proteção aos seres vivos envolvidos.
Aguardemos a resposta de nossos estilistas para essas tendências, com criatividade e talentos como os dos nossos estilistas, no verão 2010/2011 nós estaremos usando couro ao invés de jeans.

Uma amostrinha:



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Se os novos produtos podem ir e vir, por que não as lojas que exibi-los fazer o mesmo?

Para quem conhece a área de Visual Merchandising ou Programação Visual, sabe que ela é básica para o sucesso de uma marca e as vezes a única responsável por fazer o cliente comprar novos produtos ou se interessar por produtos ou marcas até então desconhecidos.

Pra quem não conhece, é a área do marketing que se responsabiliza por inventar uma atmosfera de loja que transmita a experiência da marca para o consumidor e promova a compra dos produtos.

As técnicas mais ilustres no mercado são:

- Vitrinismo - técnicas de combinação de produtos na fachada ou entrada da loja;

- Flagship Store - criação de layout único da loja que padroniza todos os ativos da loja com o posicionamento da marca, utilizado por todas as lojas da rede.

- Corner - ilhas de gôndola e/ou destaque dentro das lojas, exemplo, pontos da LG dentro da Fast Shop, Nestlé dentro do Carrefour e etc.

A novidade agora é a uma nova tendência do negócio, um novo método chamado POP-UP STORE!
Termo trazido da internet, pra quem não sabe, Pop-Up é aquela janelinha que abre quando acessamos alguns sites e que muitas vezes não têm qualquer semelhança direta com o site que você abriu.

Essa é a idéia da técnica Pop-Up store. Uma marca que pode ou não, ser totalmente independente da loja abre uma mini-loja própria para clientes diferentes que a loja principal não atende ou quando uma marca de muito destaque abre uma mini-loja com edições especiais com enfoque em marketing promocional ou melhorar seu desempenho dentro da loja.

O conceito por trás das Pop Up Stores é bem interessante, pois, como são itinerantes, você pode acordar amanhã com uma bem ao lado de sua casa.Elas estão indo além da simples venda de produtos, costumam exibir linhas e coleções especiais, destinadas a grupos especiais. Por um lado essa breviedade não cria o hábito do cliente visitar uma loja sempre no mesmo endereço, a dureção limitada chama a atenção e cria uma aura de exclusividade. Tem-se chamado esta tendência Varejo Pop-Up (Pop-Up Retail), como estas iniciativas têm uma tendência a aparecer de surpresa, rapidamente desenhar no meio da multidão e, em seguida, desaparecer ou se transformar em algo mais, somando-se a sensação fresh, de varejo, exclusividade e surpresa que as galerias, teatros e Cirque du Soleil e adeptos vêm usando há anos.

No Brasil elas tem-se tornado comuns em São Paulo e Rio de Janeiro. Alguns casos no Brasil que já aderiram a idéia são:

Nike
A marca inaugurou uma pop up na loja canarinho, famosa loja de street e skatewear dentro da Galeria do Rock, e a ocupou por dois meses.
“Queríamos uma forma inovadora de divulgar a linha voltada para jovens e por isso fomos até eles, no lugar onde eles estão. Trata-se mais de uma ferramenta de marketing do que de vendas”, palavras da diretora da Nike no Brasil, Ingrid Abdo.
A Nike agora até o dia hoje estará com outra Pop-Up store no Jardim Paulistano.



Lool
A publicitária Luiza Setúbal, descendente da terceira geração dos fundadores do banco Itaú lançou sua loja conceito na Oscar Freire por 25 dias e agora esta no Shopping Iguatemi.
“Foi arriscado e trabalhoso, mas funcionou. Não tenho planos de loja fixa por enquanto. Amanhã posso estar em um quarto de hotel ou viajando por outras cidades. O cliente não compra só produto, mas o conceito”, diz Luiza.


Kamikaze
A Kamikaze abriu uma mini-loja dentro de um dos maiores redutos de luxo de São Paulo, a NK Store nos Jardins para ajudar as mulheres que ainda estão com dúvida sobre o que comprar para os seus namorados. A loja arma uma nova Kamikaze, sua pop-up store, em edição especial para homens até 19 de junho.




OPORTUNIDADES
Pop-Up Varejo se enquadra muito bem com a economia do entretenimento, a economia da experiência, da Economia Surprise, e assim por diante. É sobre surpreender os consumidores com "performances" temporárias , garantindo exclusividade por causa do período de tempo limitado. Quando verdadeiramente móvel, o Pop-Up Varejo também oferece oportunidades inigualáveis para segmentação e personalização. De criadores individuais se unindo, para agentes de propriedade real de uma melhor utilização dos imóveis vagos, para as grandes marcas que olham para adicionar um pouco de 'cool' e agilidade para os seus locais de outra forma fixa e as principais lojas: Pop-Up Varejo poderiam fazer o truque. Iremos então esperar mais Pop-Up Varejo aparecendo nos meses futuros, e esperar para saber mais sobre ele. Quem sabe virando novo segmento, nova matéria nas Universidades ou tema de MBA?
Quem viver verá!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Faça seus clientes construírem network

Colocando os consumidores em contato uns com os outros, você os coloca em contato com sua marca.

Fato: Com as mulheres isto funciona melhor e com mais eficiência. Hábitos são mudados através das mães de família, sites de relacionamento, vendas porta e porta, roupas de crianças que não ais se parecem tanto com crianças, alimentos orgânicos (antes utilizados por uma fatia do mercado e agora tomaram uma força importante), etc.
Exato! As mulheres têm sim “a força”!

Mas porque essas técnicas não podem ser utilizadas para todo o seu público?

Hoje contamos com ferramentas como Twitter, Orkut, Facebook, My Space e Blogs, e quantas das empresas que conhecemos utilizam estas ferramentas para publicar novidades em seu ramo, informar suas ações, conectar seus clientes, conseguir suas indicações e depoimentos, que além da fidelidade, são de mais importante que seus clientes podem lhe proporcionar.

Por indicações, além de lhe oferecer o caminho das pedras ainda lhe da novos clientes em potencial e uma demonstração de que está satisfeito com seus serviços e porque quem indicaria uma empresa a qual esta insatisfeito?

Com os testemunhos, estes clientes lhe darão a oportunidade de conquistar novos clientes que se sentirão seguros em comprar mesmo que não conheça a empresa. O testemunho é a maior ferramenta para conseguir novos clientes e fidelizar os nossos, pois todos nós gostamos de dar nossa opinião sendo ela positiva ou negativa.

E as empresas que estarem abertas a receber estes testemunhos deverão separá-los em criticas construtivas e os testemunhos ou elogios.

A criticas são classificadas como construtivas pois são as reclamações tratadas de maneira diferente, apartir destas, a empresa deverá tomar um plano de ação para efetivas mudanças. E estas mudanças deverão ser informadas ao cliente reclamante, para reconhecer a busca pela melhoria continua da empresa para melhor atendê-lo.

Os testemunhos deverão ser divulgados, e se autorizado por seu cliente, deve constar o nome para que novos clientes possam contatar para melhores indicações.

É colocar seus clientes em contato, é expandir seu network e o deles.

Nunca pensamos, mas e se as companhias de combustíveis pesquisassem em seus bancos de dados dos cartões de créditos de suas bandeiras para ajudarem os clientes que fazem viagens longas para um programa de escolher parceiros, formando um transporte solidário em seus carros? Como incentivo disponibilizariam centavos de desconto por litro para os participantes e além de conseguirem milhares de clientes felizes e conectados conseguiriam menos poluição, menos carros nas ruas, entre “n” outros benefícios.

As empresas devem polinizar seus clientes, fazer do Buzz Marketing seu maior aliado, alias ninguém o quer como inimigo.Os interessados devem ter um pensamento aberto como as mulheres que reforçam seus laços naturalmente porque repartem com liberdade e clareza de informações, instruções ou ajuda sincera.

Assim, poderemos saber como seu consumidor pensa e age em diferentes situações.

Criatividade e Oportunidade - Apagão 2009

Como sempre estamos buscando novas oportunidades em meio ao caos...


Criatividade é a saída!!!



Vejam como o apagão já está trazendo lucros para uma pessoa criativa, o internauta cujo nick é Apagão2009 fez camisetas com frases sobre o apagão de ontem (10/nov/09) que afetou 18 estados.


Elas estão disponíveis em várias cores, por U$ 20,00.


Temos até adesivos com frases "Apagão 2009. Você viu?" sendo vendidos a R$ 6,00.





terça-feira, 10 de novembro de 2009

A arte de Vender no Caos

Com a economia mundial ingressando na “Era da turbulência” todos necessitam ver e serem vistos, o mundo está mais interconectado e interdependente do que nunca.
Estamos durante todo o tempo guerreando no mercado, necessitamos de criatividade e inovação para conseguirmos criar o valor necessário a nossa oferta e tentar cada vez mais nos afastarmos dos nossos concorrentes, com o valor percebido por nossos clientes.
Na guerra, para sairmos vitoriosos necessitamos de uma estratégia que leve em consideração nossas forças e fraquezas, manobras que poderão ser executadas, o terreno do combate, entre outros. No mercado também encontramos estas variáveis, cabe a nós analisá-las, e baseados nestas análises empregar os esforços corretos onde deverão ser exercidos sempre avaliando melhor oportunidade. No entanto hoje todos buscam não só a vitória da batalha, onde todos os lados perdem, mas também a isenção dela.
De qualquer forma, o fator mais relevante destas ações é sem dúvida o cliente. Não adianta que a empresa construa o produto mais inovador do momento se o cliente não percebe este fato. É como uma história que nos conta sobre um pequeno empreendedor que acreditava ter o melhor produto do mundo, e ele tinha, porém abriu sua loja no interior de uma grande floresta, um lugar de difícil acesso, e nem a divulgou no “Google”, mas tem em sua mente que o consumidor comprará seu produto porque ele é o melhor do mundo. É importante que nos demos conta que sem o reconhecimento do cliente não somos nada. Temos que inovar sempre, e nem sempre com coisas muito mirabolantes, como os astronautas americanos que ao constatarem que no espaço não conseguiriam escrever com canetas pois há ausência de gravidade, investiram milhares de dólares para a invenção de uma caneta que conseguisse escrever no espaço, enquanto os russos levaram lápis. Será mesmo que todo o esforço que as empresas têm feito tem sido percebido por seus clientes?
A melhor forma, que já tive contato, de estratégia para reconhecimento de seus clientes para os esforços prestados pelas empresas é a “Teoria do abraço” que nos mostra que não devemos somente sorrir para nossos clientes, mas sim abraçá-los verdadeiramente. Conhecendo a fundo suas necessidades e desejos, assim conseguindo que as habilidades da empresa sejam realmente percebidas pelos clientes, tornando-a referencia no serviço ou produto que oferece, tudo somado aos valores agregados para o setor de vendas.
Cada empresa, através de análises consegue verificar quais suas maiores habilidades e onde suas potencialidades poderão ser ainda mais percebidas por seus clientes se algumas posturas forem mudadas. Como por exemplo: maior delegação de tarefas e responsabilidades; menor burocracia e diminuição do abismo que a hierarquia pode construir nas empresas; lembrança dos tempos do começo da empresa, sua empresa pode ter crescido muito, mas quais foram as atitudes que te levaram até onde está que poderão ser mantidas, mesmo com o crescimento, e conseguirão impulsionar ainda mais o crescimento e satisfação dos clientes?
Outro ponto na satisfação dos clientes é que a empresa construa uma cultura toda voltada para o cliente, onde se for necessário, briguem para a total satisfação do cliente.
Hoje em dia todos têm produtos/serviços iguais, preços e qualidade parecidos, nossa diferenciação estará na inovação de estratégias e no valor que o cliente percebe. Pense, qual é a motivação que leva uma pessoa a comprar uma Mercedes, BMW, Porsche, ou Ferrari, ou qual a motivação que leva um cliente a abastecer seu carro no posto da esquina ou da avenida do outro lado da cidade? Nem sempre a resposta é somente preço, nem sempre a resposta é produto. Cada empresa vê sua potencialidade e a carrega como bandeira para que o cliente perceba, qual é a de sua empresa? Qual é a sua potencialidade? Qual a bandeira que a equipe de vendas, atendimento ao cliente e marketing de sua empresa traz?
A aceleração da velocidade da mudança, o aumento dos níveis de complexidade e a escala do risco e da incerteza são a nova realidade do marketing em tempos de desordem como a que estamos. As empresas devem reforçar sua capacidade de resiliência em todos os níveis e, especialmente em marketing e vendas. Os profissionais destas áreas devem ser capazes de transformar a ansiedade em ação e as dificuldades em determinação. Será que os investimentos em marketing, vendas e atendimento ao cliente estão mudando os comportamentos de compra dos clientes? Será que estes investimentos diminuem a barreira para compra da marca pelos clientes? Sua fatia de mercado está sendo bem representada? Os esforços estão sendo suficiente agressivo para conquistar os clientes chave de cada segmento? Pesquisas estão sendo efetuadas com freqüência e intensidade?
Todas as empresas devem escolher entre a estagnação e a inovação. A inovação das estratégias, dos serviços agregados e dos produtos e serviços comercializados são recebidos de bom grado desde que atendam a busca dos clientes, suas necessidades e desejos.
Portanto uma boa dica é focar-se nos cliente existentes e em contrapartida impulsionar uma segmentação mais refinada, assim, aumentando participação no mercado e ampliando o relacionamento nos clientes existentes.
Com melhor ação das áreas de Marketing, P&D e atendimento ao cliente, as vendas serão mais fáceis. Assim, os vendedores poderão dispor de vantagens de carregar o peso do nome da empresa em que trabalha que combinadas com boas técnicas de vendas, conhecimento do produto, serviços agregados e do cliente potencial fará sem nenhuma dúvida com que a empresa avance pelo mercado com melhor desempenho mesmo em tempos de crise.