quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A geração Y e os profissionais multitarefas - Limites e Riscos

Conhecida por sua facilidade de aprendizagem e proatividade, a Geração Y, como são chamados os profissionais nascidos na década de 80. São trabalhadores que se desenvolveram em um mundo de resultados rápidos, “A Geração Y tem pressa porque se acostumou a apertar um botão no computador e resolver tudo”, diz Maria Lúcia Pettinelli, coach do Instituto EcoSocial. Com a situação econômica instável, esses profissionais devem ter calma e aprender a manter o foco. Para isso, eles podem contar com a ajuda da geração anterior, que já passou por crises e sabe como agir. “A Geração Y deve estar empenhada em se espelhar nos seus superiores, para que, mais tarde, possa ensinar a próxima geração o que fazer em cenários econômicos complicados”, explica Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br.
Eduardo Barbosa Sakemi, superintendente de TI e da Educação do CIEE, defende a mesma postura que Abrileri e comenta que os mais novos devem se inspirar na disciplina dos mais velhos, afinal estes trabalharam em um época de menos recursos e tiveram que batalhar bastante para obter resultados.
No entanto, não são apenas os profissionais com mais anos de mercado que têm lições a passar. Mesmo os membros da Geração Y, também conhecida como Geração do Milênio, têm qualidades úteis para solucionar a crise e, na opinião de Sakemi, a alta capacidade de aprendizagem é uma delas. “Os profissionais vêm muito informados, bem sintonizados e com facilidade de entender o processo de comunicação”, diz o superintendente.
Para Maria Lúcia Pettinelli, coach do Instituto EcoSocial, o ponto forte dos Y é o senso de coletividade. Por terem se desenvolvido em um ambiente com conceito de rede, eles tendem a trabalhar em grupo e, assim, buscar soluções em conjunto. “Os integrantes da Geração Y sabem se apoiar mutuamente nesse momento de crise”, comenta Maria Lúcia.
Outra característica importante é o que Abrileri chama de “capacidade de multitarefa”. Segundo o presidente da Curriculum.com.br, os profissionais mais novos conseguem dar atenção para várias tarefas ao mesmo tempo. Isso porque eles cresceram em um mundo multimídia, aprendendo a administrar diversas atividades concomitantemente.
Chegamos ao ponto, "profissional multitarefa" isso é bom ou ruim para as organizações e as pessoas?
Sim, os profissionais da geração Y cresceram em uma sociedade multimída, auxiliados e pressionados por diversos canais de comunicação, estes devem ser capazes de responder a multidemandas o tempo todo. São ágeis, poupam investimentos com várias cargos, são bem vistos no mercado.
Mas, neurocientistas, psicólogos e economistas, a algum tempo, estão tentando alertar os profissionais e as organizações dos riscos que esse hábito pode trazer, estes debatem se realmente realizar várias tarefas ao mesmo tempo é eficiênte e lavantam discussões sobre as consequências dos ambientes profissionais em que a realização de muitas tarefas é parte da rotina. Universidades de Stanford, Califórnia e a consultoria de pesquisa Basex apontam disturbios nas atividades mentais e prejuízos as organizações após a realização de diversos testes em grupos de profissionais multitarefas e os que naõ possuem esta habilidade. Foram revelados os seguintes dados:


  1. Os profissionais multitarefas não eram melhores em nada em relação aos outros.
  2. Estes não conseguiram filtrar informações irrelevantes ou organizar suas memórias.
  3. Tinham dificuldade de se concentrar.
  4. As interrupções custavam até 25 minutos de produtividade, pois ao se desconcentrar demoram muito para focarem em sua atividade novamente ou em outra.
  5. Os ambientes multitarefas podem estar gerando prejuízos, estimados, de US$ 650 Bilhões somente nos EUA.
  6. Agravam a dispersão, hiperatividade e procrastinação.
  7. Aumentam ingestão de medicamentos para controle de problemas de falta de atenção e hiperatividade.

Estudos indicam que em 1990 eram produzidos 2,8 toneladas e em 2006 a produção pulou para quase 38 toneladas da droga para o problema de Transtorno do Défict de Atenção e Hiperatividade (TDHA), chamada Ritalina, indicada a crianças diagnosticadas com TDHA.

Os profissionais multitarefas podem custar mais caro do que se imagina.
Pense em uma agência de publicidade, quanto tempo um profissional perderia se tivesse de fazer várias tarefas ao mesmo tempo ao invés de somente criar?

Estudos também comprovam que principalmente para a criação, necessitamos de tempo e foco para conseguirmos melhores resultados. Grandes criadores da história passaram meses dentro de seus quartos estudando suas teses, criações, textos, obras, etc. Como seria a história do mundo se Charles Darwin ao invés de se dedicar totalmente a biologia e ciência tivesse um pai ou chefe que o fizesse fazer trabalhos artisticos entre seus estudos sobre as espécies?
Imagine a produtividade de um executivo que ao invés de se concentrar no plano de negócios e estratégia, tenha que pensar também no fluxo de caixa, pesquisa de mercado, cabeamento da rede dos computadores e na folha de ponto?

Alguns cargos podem ser multitarefas, mas os que necessitam de total atenção dos profissionais devem ser restritos aquilo. Como na Google e Facebook onde o colaborador tem uma tarefa, se está cansado do que está fazendo ele não tem que encher sua cabeça com outra tarefa, ele pode sair e tomar um café com os amigos, ele continua pensando no seu trabalho, na sua criação e volta ainda onde parou, as vezes com idéias melhores das que tinha.

Muitas são as vantagens, já cansamos de vê-las em todo lugar, mas muitas são as desvantagens, limites e riscos desta prática.

2010 – Este ano vai mesmo ser novo?

Por que os anos são sempre novos mas estamos sempre com nossos velhos hábitos?

Aproveitando que faltam somente dois dias para o ano novo e que todos estão falando disso, também vou entrar na dança!
Feliz Ano Novo, que 2010 seja melhor que 2009 e que seus anos novos sejam sempre melhores que os anteriores.
Mas agora, se o ano é novo nossas atitudes também deverão mudar para fazer com que o ano seja realmente novo, para fazer com que a virada mude mesmo alguma coisa. Não somente o calendário.
Pense, se nós estudássemos mais sobre política, sociologia, economia e direito será que o Brasil não seria melhor? Se estudássemos mais línguas será que não teríamos mais cases de sucesso de brasileiros no topo de organizações multinacionais bem sucedidas? Será que se nos empenhássemos mais nos estudos, desde o fundamental ao médio, quando éramos pequenos e agora que temos como mudar a rotina das crianças a nossa volta, poderíamos ter mais que um Benjamin Franklin, Albert Einstein, Peter Drucker, Pablo Picasso, Philip Kotler, Oscar Niemeyer, William Shakespeare e Pelé por ai no mundo e por aqui no Brasil?
Muitas vezes desperdiçamos tempo e dinheiro em passatempos desnecessários e que não irão melhorar em nada as circunstâncias em que vivemos. Não ia ser muito mais exaustivo se ao invés de dormirmos na aula de uma matéria que não gostamos, tentássemos prestar atenção para pelo menos saber noções daquilo que provavelmente não seguiremos no futuro, mas que poderá ajudar em muito no processo criativo de qualquer coisa que tentar fazer no futuro. E então se ao invés de prestar atenção naquela matéria chata, naquele tempo você então tivesse se empenhado a se aprofundar na matéria que você gosta? Você saberia muito mais do que você segue hoje, não saberia?
A mudança de hábito não é muito difícil, é uma questão de vontade e persistência.
Se achamos que estamos apenas aprendendo e ensinando aos nossos filhos coisas erradas quando assistimos as novelas da TV, se matricule em uma nova faculdade ou curso de línguas, compre para seu filho livros e vídeos que tem o assunto que ele mais gosta de ver na escola, nem que seja um toque bem leve daquilo, para estimular seu conhecimento no que gosta.
Se ele é bom em artes e vai mal em matemática, lógico que ele precisa de aulas de reforço de matemática, mas necessita mais ainda de aulas de artes, e da área que ele mais gostar. Se todos os pais fizessem observações desse tipo, estariam contribuindo para um mundo melhor em todos os aspectos, pois as pessoas cresceriam fazendo o que gosta e tentando reinventar suas vidas a cada virada de ano, pois conhecem muito bem o campo em que atuam e não precisariam continuar na rotina exaustiva que é fazer todos os dias aquilo que não gosta.
Todos dizem que as crianças são o futuro da nação. Não tenho filhos, mas posso dizer que o correto é dizer que os pais são o futuro da nação. Você é médico, quanto você agradeceria sua mãe se desde pequeno fosse inserido no campo da medicina, com os princípios básicos para que agora você só precisasse estudar o complicado? Você é estilista, quanto você seria grato se seus pais tivessem te dado materiais para expor sua criatividade com desenhos, te dessem artigos e livros sobre este campo? Observe o quanto os profissionais que temos hoje poderiam estar evoluídos se os pais tivessem mais ação em seus estudos.
O ano de 2010 tem tudo para ser melhor, teremos mais investimento do governo, recuperação da crise, demanda e oferta a todo vapor, eleições e você o que vai fazer?
Todos podemos fazer algo, nunca é tarde. Se não quiser fazer algo pelo mundo e pelos outros faça por você. Aprenda, informe-se, mude.
Te desejo tudo de bom e melhor que 365 dias podem te dar!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Inovação - Como derrubar os obstaculos que cercam a criatividade nas empresas??

A estratégia não é tudo, sem dúvida. Temos de dar seguimento ao que foi conversado em reuniões e acertado nos planejamentos. Assim, podem ser aplicados processos para dar origem a iniciativas de novos negócios e novas idéias. Existem dois processos. O primeiro plataformas de inovação e o segundo banco de idéias.

Vamos conhecer um pouco sobre eles:



  • Plataformas de Inovação:

Estas são os temas de que se utiliza para inovar ou criar. Tudo o que possa tornar a construção mais enxuta, rápida e mais produtiva possível é interessante. Operando múltiplas plataformas simultaneamente, com foco específico nas soluções, cada plataforma se desenvolve pos intermédio de estágios.

Busca de oportunidades: Buscando as oportunidades no âmbito do tema escolhido.

Exploração: Explora-se uma gama de elementos com base no que está ocorrendo na economia local, regional ou global. Examina-se fatores como tendências, quais novidades em tecnologia para se aproveitar, entre outros. Focalizando a atenção para algumas poucas oportunidades boas, sólidas, que é interessante para aproveitar.

Ideação: Desse ponto em diante ocorre a maior parte do trabalho criativo. Já temos a oportunidade. Como tirar partido dela? Que tipo de coisas podemos fazer? Não há nenhuma fórmula secreta para dar força a idéia. Várias técnicas são divulgadas, mas o trabalho em equipe, deixando que cada indivíduo tenha sua idéia, refine com os parceiros e as idéias deles e trabalha-la novamente sozinho para depois ter o consenso do grupo, sem dúvida é a melhor prática quando se possui uma equipe para o trabalho.

Filtragem: Estabelecida a seleção de idéias, passa para o processo de filtragem das idéias e a identificação das que podem realmente tornar-se conceitos viáveis.

Desenvolvimento: Uma vez traduzida a idéia em um conceito, este volta para um comitê de invação para verificação de se esta ou estas idéias tem a possibilidade de sucesso.

  • Banco de Idéias:

Um sistema em que qualquer pessoa pode propor uma idéia. Pode ser implementada em uma empresa, em fóruns, em comunidades, entre outros. Alguém da um tema e os autores das idéias tem que explicar quais são os benefícios, custos, implicações e fatores de sucesso, e como implementá-la. Isso obriga o proponente a pensar bem na idéia e faz com que as outras pessoas que estão pensando além de expor suas idéias, também aperfeiçoar as dos outros com seus conhecimentos diferenciados.

Links sobre inovação e criatividade:

Possibilidades - Você é criativo?

Fábrica de Criatividade

Internativa - Artigo Criatividade

Instituto Inovação

Revista Brasileira de Inovação

Medições para o Marketing

"O empirismo nos investimentos de marketing está com os dias contados??"

Em sua nova obra, The Four Pillars of Profit-Driven Marketing (Os quatro pilares do marketing direcionado pelo lucro), os consultores Leslie H. Moeller e Edward C. Landry, da Booz Company, afirmam que cada vez mais deverá ser transparente a contabilidade das empresas. Assim, acabando com tiradas como a do varejista John Wanamaker que diz "Eu sei que metade dos dólares que invisto em publicidade é perdida. Só não sei qual metade."
Frases como estas marcaram a história do Marketing e serviram para resumir algo que se dava na prática: as empresas se acostumaram a aceitar um certo relaxamento ao medir o retorno de seus investimentos em Marketing.

Em tempos em que as empresas estão sendo enxugadas em busca da qualidade total podemos usar a frase de Moeller, "O marketing é a última laranja ainda não expremida." A capacidade analítica extraída de dados relativos à publicidade será cada vez mais um diferencial competitivo para as empresas.

A dupla afirma que mais do que possível, é extremamente necessária a medição de forma precisa do retorno sobre investimento (ROI) de marketing em 90% dos casos. Eles concedem que apenas 10% dos gastos estão em uma esfera complicada demais para ser medida.

Seguem então os tão esperados pilares que fala o título do livro:

  • O Pilar Analítico: O objetivo da análise de dados é ter uma compreensão mais exata possível da relação entre investimentos de marketing e vendas. Com utilização de bons dados básicos de forma correta. Modelos matemáticos já existem e são cada vez mais fundamentais.
  • O Pilar da Decisão: Ter uma boa base de dados e capacidade analítica não funciona se isso não for transformado em informação que possa ser utilizada de maneira prática. Essa é a função do que os autores chamam de "Ferramentas de Apoio de Decisão". São softwares capazes de interpretar e traduzir a informação básica.
  • O Pilar do Processo: Para tornar realmente eficiente e preciso o investimento de marketing, é necessário que os dados e as ferramentas de decisões sejam extraídos ou aplicados de maneira sistemática e integrada em todo o processo: da seleção do público-alvo, passando pelo planejamento e execuçãoda estratégia, até a análise depois do evento.
  • O Pilar do Alinhamento: Como já ficou claro, para construir uma cultura de marketing que realmente esteja preocupada com o retorno do investimento é preciso uma ampla integração entre diferentes áreas da empresa, algumas que sequer estão sob o controle do departamento. É necessário também o estabelecimento de um processo de decisão baseado no conhecimento e nas ferramentas de análise, e redesenhar estratégias.

Segue link para espiar o livro (em inglês)

http://books.google.com.br/books?id=eK1QcKwDNjwC&dq=Moller+e+Landry&printsec=frontcover&source=bl&ots=aJdqBwb-mx&sig=4ui7tica2LcHTGlbtKkMxijsquk&hl=pt-BR&ei=tUw5S8XMD8eWtgerq7D7CA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CAgQ6AEwAA#v=onepage&q=&f=false

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Descubra o que te atrai!!!!

A maior motivação que alguém pode ter para ser criativo é dominar tudo sobre o que lhe atrai.

"Gosto não se descute, é verdade, mas, para nossa sorte, há milhares de atividades diferentes em cada um dos muitos domínios de que já ouvimos falar. Em algum lugar, uma hora ou outra, cada um de nós encontrará aquilo que considera belo."

Seguem links de criatividade e inovação!!!!!

3M
Espaço Acadêmico
Vídeos
Imagens
Criatividade Aplicada
Portal Inovação

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Couro Verão 2010/2011... Esta é a tendência?!

A moda primavera verão 2010 2011 vai apresentar uma estética minimalista, com formas e texturas mínimas. A sensualidade também é explorada através de decotes profundos. Todas em couro você acredita? Pois, literalmente, o material é a tendência mais quente.
Segundo as grandes da Europa e os Estados Unidos a tendência maior que devemos esperar para verão 2010/2011 é a volta do couro. Bluemarine, Chloe, Givenchy, Bottega Veneta, Alexander McQueen, Chanel, Hermès, Louis Vuitton, Proenza Schouler, Aminaka Wilmont, Cacharel, Celina, Alexander Wang, Balmain, Balenciaga, Ann Demeulemeester, Maison Martin Margiela, Phillip Lim, são algumas das marcas e criativos que selecionamos em seus desfiles do verão que utilizaram looks com couro.
No desfile de Phillip Lim ele estava diferente, mais leve, mais maleável. Na Chloé, Celine e Alexander Wang também (e no mesmo tom de marrom claro, o chamado “caramelo” que dá arrepios nos fashionistas quando aparece num sapato masculino combinado com o cinto e assim por diante). Na Hermès o couro apareceu no meio de uma saia que tinha toda a cara de esportiva! Também deu couro na Balmain, Balenciaga, Ann Demeulemeester e Maison Martin Margiela, em todas elas com um look mais pesado, negro. É uma alternativa bem ousada pra quem está acostumado com looks leves.
A transparência, os decotes e as peças minimalistas já estão inseridas nos guarda-roupas das consumidoras brasileiras, mas será que conseguiremos em nosso clima utilizar peças tão pesadas em couro em pleno verão?
Se a tendência pega aqui no Brasil não sei, mas, alguns produtores de couro e marcas especializadas já está apostando forte. Muitas pessoas que ficaram sabendo desta tendência estão dividindo suas opniões. Umas felizes pois gostam do material, outras duvidam que esta tendência pegue, outras questionam e algumas ainda se dizem contra por serem tecidos naturais e por proteção aos seres vivos envolvidos.
Aguardemos a resposta de nossos estilistas para essas tendências, com criatividade e talentos como os dos nossos estilistas, no verão 2010/2011 nós estaremos usando couro ao invés de jeans.

Uma amostrinha:



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Se os novos produtos podem ir e vir, por que não as lojas que exibi-los fazer o mesmo?

Para quem conhece a área de Visual Merchandising ou Programação Visual, sabe que ela é básica para o sucesso de uma marca e as vezes a única responsável por fazer o cliente comprar novos produtos ou se interessar por produtos ou marcas até então desconhecidos.

Pra quem não conhece, é a área do marketing que se responsabiliza por inventar uma atmosfera de loja que transmita a experiência da marca para o consumidor e promova a compra dos produtos.

As técnicas mais ilustres no mercado são:

- Vitrinismo - técnicas de combinação de produtos na fachada ou entrada da loja;

- Flagship Store - criação de layout único da loja que padroniza todos os ativos da loja com o posicionamento da marca, utilizado por todas as lojas da rede.

- Corner - ilhas de gôndola e/ou destaque dentro das lojas, exemplo, pontos da LG dentro da Fast Shop, Nestlé dentro do Carrefour e etc.

A novidade agora é a uma nova tendência do negócio, um novo método chamado POP-UP STORE!
Termo trazido da internet, pra quem não sabe, Pop-Up é aquela janelinha que abre quando acessamos alguns sites e que muitas vezes não têm qualquer semelhança direta com o site que você abriu.

Essa é a idéia da técnica Pop-Up store. Uma marca que pode ou não, ser totalmente independente da loja abre uma mini-loja própria para clientes diferentes que a loja principal não atende ou quando uma marca de muito destaque abre uma mini-loja com edições especiais com enfoque em marketing promocional ou melhorar seu desempenho dentro da loja.

O conceito por trás das Pop Up Stores é bem interessante, pois, como são itinerantes, você pode acordar amanhã com uma bem ao lado de sua casa.Elas estão indo além da simples venda de produtos, costumam exibir linhas e coleções especiais, destinadas a grupos especiais. Por um lado essa breviedade não cria o hábito do cliente visitar uma loja sempre no mesmo endereço, a dureção limitada chama a atenção e cria uma aura de exclusividade. Tem-se chamado esta tendência Varejo Pop-Up (Pop-Up Retail), como estas iniciativas têm uma tendência a aparecer de surpresa, rapidamente desenhar no meio da multidão e, em seguida, desaparecer ou se transformar em algo mais, somando-se a sensação fresh, de varejo, exclusividade e surpresa que as galerias, teatros e Cirque du Soleil e adeptos vêm usando há anos.

No Brasil elas tem-se tornado comuns em São Paulo e Rio de Janeiro. Alguns casos no Brasil que já aderiram a idéia são:

Nike
A marca inaugurou uma pop up na loja canarinho, famosa loja de street e skatewear dentro da Galeria do Rock, e a ocupou por dois meses.
“Queríamos uma forma inovadora de divulgar a linha voltada para jovens e por isso fomos até eles, no lugar onde eles estão. Trata-se mais de uma ferramenta de marketing do que de vendas”, palavras da diretora da Nike no Brasil, Ingrid Abdo.
A Nike agora até o dia hoje estará com outra Pop-Up store no Jardim Paulistano.



Lool
A publicitária Luiza Setúbal, descendente da terceira geração dos fundadores do banco Itaú lançou sua loja conceito na Oscar Freire por 25 dias e agora esta no Shopping Iguatemi.
“Foi arriscado e trabalhoso, mas funcionou. Não tenho planos de loja fixa por enquanto. Amanhã posso estar em um quarto de hotel ou viajando por outras cidades. O cliente não compra só produto, mas o conceito”, diz Luiza.


Kamikaze
A Kamikaze abriu uma mini-loja dentro de um dos maiores redutos de luxo de São Paulo, a NK Store nos Jardins para ajudar as mulheres que ainda estão com dúvida sobre o que comprar para os seus namorados. A loja arma uma nova Kamikaze, sua pop-up store, em edição especial para homens até 19 de junho.




OPORTUNIDADES
Pop-Up Varejo se enquadra muito bem com a economia do entretenimento, a economia da experiência, da Economia Surprise, e assim por diante. É sobre surpreender os consumidores com "performances" temporárias , garantindo exclusividade por causa do período de tempo limitado. Quando verdadeiramente móvel, o Pop-Up Varejo também oferece oportunidades inigualáveis para segmentação e personalização. De criadores individuais se unindo, para agentes de propriedade real de uma melhor utilização dos imóveis vagos, para as grandes marcas que olham para adicionar um pouco de 'cool' e agilidade para os seus locais de outra forma fixa e as principais lojas: Pop-Up Varejo poderiam fazer o truque. Iremos então esperar mais Pop-Up Varejo aparecendo nos meses futuros, e esperar para saber mais sobre ele. Quem sabe virando novo segmento, nova matéria nas Universidades ou tema de MBA?
Quem viver verá!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Faça seus clientes construírem network

Colocando os consumidores em contato uns com os outros, você os coloca em contato com sua marca.

Fato: Com as mulheres isto funciona melhor e com mais eficiência. Hábitos são mudados através das mães de família, sites de relacionamento, vendas porta e porta, roupas de crianças que não ais se parecem tanto com crianças, alimentos orgânicos (antes utilizados por uma fatia do mercado e agora tomaram uma força importante), etc.
Exato! As mulheres têm sim “a força”!

Mas porque essas técnicas não podem ser utilizadas para todo o seu público?

Hoje contamos com ferramentas como Twitter, Orkut, Facebook, My Space e Blogs, e quantas das empresas que conhecemos utilizam estas ferramentas para publicar novidades em seu ramo, informar suas ações, conectar seus clientes, conseguir suas indicações e depoimentos, que além da fidelidade, são de mais importante que seus clientes podem lhe proporcionar.

Por indicações, além de lhe oferecer o caminho das pedras ainda lhe da novos clientes em potencial e uma demonstração de que está satisfeito com seus serviços e porque quem indicaria uma empresa a qual esta insatisfeito?

Com os testemunhos, estes clientes lhe darão a oportunidade de conquistar novos clientes que se sentirão seguros em comprar mesmo que não conheça a empresa. O testemunho é a maior ferramenta para conseguir novos clientes e fidelizar os nossos, pois todos nós gostamos de dar nossa opinião sendo ela positiva ou negativa.

E as empresas que estarem abertas a receber estes testemunhos deverão separá-los em criticas construtivas e os testemunhos ou elogios.

A criticas são classificadas como construtivas pois são as reclamações tratadas de maneira diferente, apartir destas, a empresa deverá tomar um plano de ação para efetivas mudanças. E estas mudanças deverão ser informadas ao cliente reclamante, para reconhecer a busca pela melhoria continua da empresa para melhor atendê-lo.

Os testemunhos deverão ser divulgados, e se autorizado por seu cliente, deve constar o nome para que novos clientes possam contatar para melhores indicações.

É colocar seus clientes em contato, é expandir seu network e o deles.

Nunca pensamos, mas e se as companhias de combustíveis pesquisassem em seus bancos de dados dos cartões de créditos de suas bandeiras para ajudarem os clientes que fazem viagens longas para um programa de escolher parceiros, formando um transporte solidário em seus carros? Como incentivo disponibilizariam centavos de desconto por litro para os participantes e além de conseguirem milhares de clientes felizes e conectados conseguiriam menos poluição, menos carros nas ruas, entre “n” outros benefícios.

As empresas devem polinizar seus clientes, fazer do Buzz Marketing seu maior aliado, alias ninguém o quer como inimigo.Os interessados devem ter um pensamento aberto como as mulheres que reforçam seus laços naturalmente porque repartem com liberdade e clareza de informações, instruções ou ajuda sincera.

Assim, poderemos saber como seu consumidor pensa e age em diferentes situações.

Criatividade e Oportunidade - Apagão 2009

Como sempre estamos buscando novas oportunidades em meio ao caos...


Criatividade é a saída!!!



Vejam como o apagão já está trazendo lucros para uma pessoa criativa, o internauta cujo nick é Apagão2009 fez camisetas com frases sobre o apagão de ontem (10/nov/09) que afetou 18 estados.


Elas estão disponíveis em várias cores, por U$ 20,00.


Temos até adesivos com frases "Apagão 2009. Você viu?" sendo vendidos a R$ 6,00.





terça-feira, 10 de novembro de 2009

A arte de Vender no Caos

Com a economia mundial ingressando na “Era da turbulência” todos necessitam ver e serem vistos, o mundo está mais interconectado e interdependente do que nunca.
Estamos durante todo o tempo guerreando no mercado, necessitamos de criatividade e inovação para conseguirmos criar o valor necessário a nossa oferta e tentar cada vez mais nos afastarmos dos nossos concorrentes, com o valor percebido por nossos clientes.
Na guerra, para sairmos vitoriosos necessitamos de uma estratégia que leve em consideração nossas forças e fraquezas, manobras que poderão ser executadas, o terreno do combate, entre outros. No mercado também encontramos estas variáveis, cabe a nós analisá-las, e baseados nestas análises empregar os esforços corretos onde deverão ser exercidos sempre avaliando melhor oportunidade. No entanto hoje todos buscam não só a vitória da batalha, onde todos os lados perdem, mas também a isenção dela.
De qualquer forma, o fator mais relevante destas ações é sem dúvida o cliente. Não adianta que a empresa construa o produto mais inovador do momento se o cliente não percebe este fato. É como uma história que nos conta sobre um pequeno empreendedor que acreditava ter o melhor produto do mundo, e ele tinha, porém abriu sua loja no interior de uma grande floresta, um lugar de difícil acesso, e nem a divulgou no “Google”, mas tem em sua mente que o consumidor comprará seu produto porque ele é o melhor do mundo. É importante que nos demos conta que sem o reconhecimento do cliente não somos nada. Temos que inovar sempre, e nem sempre com coisas muito mirabolantes, como os astronautas americanos que ao constatarem que no espaço não conseguiriam escrever com canetas pois há ausência de gravidade, investiram milhares de dólares para a invenção de uma caneta que conseguisse escrever no espaço, enquanto os russos levaram lápis. Será mesmo que todo o esforço que as empresas têm feito tem sido percebido por seus clientes?
A melhor forma, que já tive contato, de estratégia para reconhecimento de seus clientes para os esforços prestados pelas empresas é a “Teoria do abraço” que nos mostra que não devemos somente sorrir para nossos clientes, mas sim abraçá-los verdadeiramente. Conhecendo a fundo suas necessidades e desejos, assim conseguindo que as habilidades da empresa sejam realmente percebidas pelos clientes, tornando-a referencia no serviço ou produto que oferece, tudo somado aos valores agregados para o setor de vendas.
Cada empresa, através de análises consegue verificar quais suas maiores habilidades e onde suas potencialidades poderão ser ainda mais percebidas por seus clientes se algumas posturas forem mudadas. Como por exemplo: maior delegação de tarefas e responsabilidades; menor burocracia e diminuição do abismo que a hierarquia pode construir nas empresas; lembrança dos tempos do começo da empresa, sua empresa pode ter crescido muito, mas quais foram as atitudes que te levaram até onde está que poderão ser mantidas, mesmo com o crescimento, e conseguirão impulsionar ainda mais o crescimento e satisfação dos clientes?
Outro ponto na satisfação dos clientes é que a empresa construa uma cultura toda voltada para o cliente, onde se for necessário, briguem para a total satisfação do cliente.
Hoje em dia todos têm produtos/serviços iguais, preços e qualidade parecidos, nossa diferenciação estará na inovação de estratégias e no valor que o cliente percebe. Pense, qual é a motivação que leva uma pessoa a comprar uma Mercedes, BMW, Porsche, ou Ferrari, ou qual a motivação que leva um cliente a abastecer seu carro no posto da esquina ou da avenida do outro lado da cidade? Nem sempre a resposta é somente preço, nem sempre a resposta é produto. Cada empresa vê sua potencialidade e a carrega como bandeira para que o cliente perceba, qual é a de sua empresa? Qual é a sua potencialidade? Qual a bandeira que a equipe de vendas, atendimento ao cliente e marketing de sua empresa traz?
A aceleração da velocidade da mudança, o aumento dos níveis de complexidade e a escala do risco e da incerteza são a nova realidade do marketing em tempos de desordem como a que estamos. As empresas devem reforçar sua capacidade de resiliência em todos os níveis e, especialmente em marketing e vendas. Os profissionais destas áreas devem ser capazes de transformar a ansiedade em ação e as dificuldades em determinação. Será que os investimentos em marketing, vendas e atendimento ao cliente estão mudando os comportamentos de compra dos clientes? Será que estes investimentos diminuem a barreira para compra da marca pelos clientes? Sua fatia de mercado está sendo bem representada? Os esforços estão sendo suficiente agressivo para conquistar os clientes chave de cada segmento? Pesquisas estão sendo efetuadas com freqüência e intensidade?
Todas as empresas devem escolher entre a estagnação e a inovação. A inovação das estratégias, dos serviços agregados e dos produtos e serviços comercializados são recebidos de bom grado desde que atendam a busca dos clientes, suas necessidades e desejos.
Portanto uma boa dica é focar-se nos cliente existentes e em contrapartida impulsionar uma segmentação mais refinada, assim, aumentando participação no mercado e ampliando o relacionamento nos clientes existentes.
Com melhor ação das áreas de Marketing, P&D e atendimento ao cliente, as vendas serão mais fáceis. Assim, os vendedores poderão dispor de vantagens de carregar o peso do nome da empresa em que trabalha que combinadas com boas técnicas de vendas, conhecimento do produto, serviços agregados e do cliente potencial fará sem nenhuma dúvida com que a empresa avance pelo mercado com melhor desempenho mesmo em tempos de crise.